vivo o tempo
sinto o sol
de oeste a leste
sem tréguas
a repetir o tempo
e a mortalidade cega
em sua entrega
o mesmo sol a mesma lua
propósitos em vida por certo
enquanto o vento passa incerto
ao homem resta o destino
no amor ou mesmo na dor
deixando-o viver como um sonhador
Rio de Janeiro, setembro de 2025
Rio de Janeiro, setembro de 2025
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